17 Junho, 2009

Cana de Açúcar


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Moçada, batendo aquele bolão, aulas de piscicultura V Modulo
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Piscicultura

Não é só pescaria, seque aulas do V Módulo de Piscicultura
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18 Abril, 2009

Curso de Investimento em ações & Mercado Financeiro


Descrição
Um completo guia para quem quer aprender sobre como investir no mercado de ações.
Informações
Nº de páginas:326
Tamanho:4 MB
Formato:pdf
Idioma:Português-BR
Servidor:Megaupload
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05 Fevereiro, 2009

MP garante compra de alimentos da agricultura familiar para escolas


Do Ministério do Desenvolvimento Agrário

Os alimentos produzidos pelos agricultores familiares de todo o País agora farão parte definitivamente do cardápio da merenda das escolas públicas brasileiras. Nesta quarta-feira (28), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou a Medida Provisória (MP) 455, que determina que pelo menos 30% dos recursos financeiros repassados pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) ao Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) sejam utilizados para compra de alimentos da agricultura familiar e do empreendedor familiar, priorizando os assentamentos da reforma agrária, comunidades tradicionais indígenas e comunidades quilombolas. De acordo com a MP, a aquisição será realizada com a dispensa de processo licitatório, desde que os preços sejam compatíveis com os de mercado e que atendam às exigências do controle de qualidade. O próximo passo, após a aprovação da MP, será a elaboração, pelo FNDE, de normativos para execução da medida. O diretor de Geração de Renda e Agregação de Valor da Secretaria de Agricultura Familiar do Ministério do Desenvolvimento Agrário (SAF/MDA), Arnoldo de Campos, destaca que mais um importante mercado está se abrindo para a agricultura familiar.
O acesso ao mercado institucional do Programa de Alimentação Escolar do MEC é uma grande oportunidade de geração de renda e poderá beneficiar milhares de famílias agricultoras em todo o País. É mais uma conquista da agricultura familiar para o fortalecimento e desenvolvimento rural sustentável', afirma. Com a aprovação da MP 455, será possível o envolvimento direto de cerca de 100 mil famílias do meio rural.
A previsão é de que mais de 250 mil agricultores familiares sejam beneficiados diretamente com a geração de trabalho e renda, melhorando as condições de vida de aproximadamente um milhão de pessoas. De acordo com o FNDE, os principais produtos a serem adquiridos em maior escala para a merenda escolar são: feijão, arroz, carnes em geral, tomate, frutas diversas, açúcar, cenoura, cebola, alho e leite bovino. Em todos esses produtos, a agricultura familiar tem participação predominante ou significativa, já que o setor responde pela produção de 70% dos alimentos consumidos pelos brasileiros.
Entre os principais itens estão mandioca (84%); cebola (72%); frango (70%); alface (69%), feijão (67%); banana (58%); caju (61%); suíno (60%); leite (56%); melancia (55%); abacaxi (52%); tomate (49%); milho (49%); uva (47%) e batata (44%). PAA O Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) é uma das alternativas para o agricultor familiar participar do mercado institucional de comercialização. O Programa foi criado em 2003 e prevê a possibilidade de aquisição de alimentos produzidos por agricultores familiares para atender pessoas beneficiadas por programas sociais do Governo Federal. Por meio do PAA, os produtos da agricultura familiar também podem ser aquiridos para a formação de estoques estratégicos do governo. De 2003 a 2008, R$ 2 bilhões foram utilizados para compra de alimentos nas diferentes modalidades do PAA.
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03 Fevereiro, 2009

PAA investe R$ 12 milhões na agricultura familiar do PR

A Superintendência Regional da Conab no Paraná vai comercializar neste ano, por meio do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), cerca de 10 milhões de toneladas de hortigranjeiros produzidos por Agricultores familiares no estado. As próximas operações ocorrem em fevereiro, nas cidades de Paranacity e Rancho Alegre.

Para isso estão previstos investimentos da ordem de R$ 12 milhões, que serão distribuídos em cerca de 110 projetos de pequenos produtores paranaenses. Os recursos são do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS). Cerca de quatro mil Agricultores familiares passaram a negociar seus produtos pelo PAA, na modalidade de Compra Especial com Doação Simultânea. Nos municípios de Bom Jesus do Sul, Congonhinhas e Lapa, por exemplo, a ação entrou em execução neste mês, beneficiando agricultores e comunidades que vivem em situação de insegurança alimentar.

Segundo o superintendente da Conab, Lafaete Jacomel, os produtos adquiridos em 2009 serão doados a um total de 1.100 entidades assistenciais em diversas regiões do estado, beneficiando mais de 700 mil pessoas. Esse projeto atende, principalmente, localidades com baixos índices de desenvolvimento humano e que fazem parte dos Territórios da Cidadania, explica. Confira abaixo a lista dos municípios contemplados.

· Almirante Tamandaré · Alto Piquiri · Altônia · Andirá · Apucarana · Boa Vista da Aparecida · Bocaiuva do Sul · Bom Jesus do Sul · Cambira · Campo Bonito · Candói · Capanema · Castro · Catanduvas · Centenário do Sul · Cerro Azul · Chopinzinho · Congonhinhas · Contenda · Corbélia · Coronel Vivida · Cruzeiro do Iguaçu · Enéas Marques · Entre Rios do Oeste · Fernandes Pinheiro · Foz do Jordão · Francisco Beltrão · Goioxim · Guaira · Guaraniaçu · Guarapuava · Ibema · Imbaú · Inácio Martins · Irati · Itapejara do Oeste · Itaperuçu · Ivaí · Jaboti · Lapa · Laranjeiras do sul
· Loanda · Mal. Cândido Rondon · Manoel Ribas · Marmeleiro · Marquinho · Marumbi · Mato Rico · Medianeira · Mercedes · Missal · N. Esp. do Sudoeste · Nova Laranjeiras · Nova Prata do Iguaçu · Nova Santa Rosa · Novo Itacolomi · Ortigueira · Palmeira · Palotina · Paraíso do Norte ·
Paranacity · Paranavaí · Pato Bragado · Pérola do Oeste · Pinhão · Piraquara · Ponta Grossa · Ponta Grossa-Horti · Porto Barreiro · Pranchita · Prudentópolis · Quatro Barras · Quatro Pontes · Quedas do Iguaçu · Ramilândia · Rancho Alegre · Realeza · Rebouças · Renascença · Reserva do
Iguaçu · Rio Branco do Sul · Salgado Filho · São José dos Pinhais · São João · São Jorge D´Oeste · São Miguel do Iguaçu · São Pedro do Iguaçu · Saudade do Iguaçu · Sta. Izabel do Oeste · Sto. Ant. do Sudoeste · Sulina · Teixeira Soares Assis · Tibagi · Três Barras do Paraná · Tunas do Paraná
· Turvo · Vera Cruz do Oeste · Verê · Virmond.

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22 Janeiro, 2009

Consumo de frutas é a dica para o verão

O verão sugere busca de alimentos nutritivos, mais leves e saudáveis como frutas e verduras. Dados da Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo (Ceagesp) mostram que, em janeiro, o volume de frutas vendido é de, aproximadamente, 135 mil toneladas e movimenta cerca de R$ 160 milhões. Para o próximo mês, a expectativa é que a comercialização siga o mesmo volume.
Em fevereiro de 2008, foram comercializadas 135,7 mil toneladas de frutas no entreposto de São Paulo.
De acordo com a Ceagesp, as frutas mais consumidas, em janeiro, são as que oferecem sabor refrescante e que possuem alto percentual de suco como: abacaxi, melancia, coco verde, uva, pêssego, melão, laranja e maracujá. No primeiro mês do ano, o consumo de laranja, por exemplo, atinge média de 27,1 mil toneladas e o de melancia e 11,2 mil toneladas.
Em janeiro, algumas frutas são procuradas por apresentarem melhor preço no mercado como melão, uva rosada, pêssego, nectarina, mamão (papaya) e limão. É a oportunidade para abusar das receitas de saladas, sucos e sobremesas com banana, mamão, uvas, pêssego nacional e melão.
Estudos do Ministério da Saúde revelam que o brasileiro tem ingestão insuficiente de frutas, hortaliças e verduras. Somente 17,7% da população seguem as recomendações da Organização Mundial de Saúde (OMS), de consumir pelo menos, cinco porções diárias de frutas ou 400g.
A sugestão dos nutricionistas é optar pelas frutas da época. Em janeiro, as melhores frutas para consumo são o abacaxi, manga, melão e melancia.
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07 Janeiro, 2009

Análise Técnica: Volume


Entendendo mais sobre o negócio - Bolsa de Mercadorias


Assunto: Análise Técnica: Volume

O volume é um indicador gráfico que apresenta o número de ações negociadas em um período especificado (por exemplo, minutos/horas/dias/semanas/meses, etc) para um ativo em particular. A análise do volume é um elemento básico, contudo muito importante da análise técnica. Ela fornece indícios a respeito da intensidade de movimentos relacionados ao preço. Além disso, o volume pode confirmar a força de uma tendência.
Volumes altos são comuns onde há um forte consenso de que os preços irão aumentar. Um aumento no volume ocorre com frequência no início de uma nova tendência de alta no preço de um ativo, particularmente quando o preço cruza a linha da tendência com o volume. Alguns analistas técnicos não confiam em confirmações de tendências sem que exista um aumento significativo do volume. Volumes baixos geralmente ocorrem quando um ativo está se encaminhando para um tendência de queda. Eles são caracterizados por expectativas indefinidas que acontecem em períodos de consolidação.
As regras básicas para os volumes apresentadas por Majer & Deschatre no livro Aprenda a investir com sucesso em ações são:
Quando preços e volume sobem, os preços tendem a aumentar ainda mais;
Quando os preços estão subindo e o volume está diminuindo, a tendência de alta está para ser revertida (geralmente ocorre uma diminuição no ritmo de aumento de preços para, então, ocorrer a queda);
Quando os preços estão caindo e o volume está subindo, a tendência é de diminuição de preços;
Quando preços e volume estão caindo, a tendência de baixa está para ser revertida (geralmente ocorre uma diminuição no ritmo da queda dos preços para, então, haver um aumento).
Fonte: ADFVN

BlogBlogs.Com.Br
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04 Janeiro, 2009

SGA - Noções

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12 Dezembro, 2008

AGRONEGÓCIO EXPORTA MENOS QUE EM 2007

Por Geraldo Barros e Karlin Saori Ishii
Índice de preços em dólar sobe 30%, mas câmbio limita atratividade e volume cai 2,3%A taxa de câmbio do agronegócio brasileiro (IC-Agro/Cepea) no período de janeiro a agosto deste ano é 14,4% menor que a do mesmo período de 2007.
Essa valorização do Real fez com que a atratividade das exportações do agronegócio (IAT-Agro) crescesse 10,7% na mesma comparação, apesar de os preços em dólar (IPE-Agro/Cepea) terem aumentado 29,85% no mesmo período. Por sua vez, o volume de exportação diminuiu 2,31%.
PRODUTOS
Considerando os preços já internalizados em Reais (ou seja, o IAT), os grandes saltos foram verificados para a soja, com o aumento de preços de óleo (52,35%), da soja em grão (39,13%) e do farelo (37,53%). Aumentos expressivos também foram observados para carnes suína (19,88%), bovina (13,19%) e de frango (12,52%). Os aumentos para café e frutas foram de apenas 4% e 3,19% respectivamente. Há também os casos de queda na atratividade: álcool (-10,53%), açúcar (-16,64%), suco de laranja (-24,95%).
De 2000 a agosto/setembro 2008
Os preços dos produtos exportados pelo agronegócio brasileiro em dólares (IPE-Agro/CEPEA) na parcial deste ano – até final de setembro – são 66,3% maiores que a média do ano de 2000 (considerada base 100), ao passo que o volume exportado do agronegócio, dado pelo IVE-Agro/CEPEA, aumentou 119% no período. O preço em reais (IAT-Agro/CEPEA) que mede a atratividade das exportações (valor em dólar multiplicado pelo câmbio efetivo do agro) cresceu 21,68% - neste caso, comparando-se a parcial de 2008 até final de agosto ao ano de 2000. O aumento da atratividade ficou bem abaixo do crescimento do preço devido à valorização do Real. A taxa de câmbio efetiva real do agronegócio (IC-Agro/CEPEA) valorizou 26% de 2000 até agosto – não estão assimiladas, portanto, as desvalorizações cambiais recentes.
INDICADORES REGIONAIS
Só Centro-Oeste e Nordeste aumentam em 3% volume exportado
Comparando o desempenho da parcial deste ano (até setembro) com o mesmo período do ano passado, verifica-se que as regiões Norte, Sul e Centro-Oeste tiveram os melhores desempenhos exportadores quando se analisa o preço em dólares - acima do nível nacional (29,85%). Quanto ao volume exportado, empresas do Nordeste e Centro-Oeste aumentaram ligeiramente os embarques, ao passo que as demais diminuíram a quantidade exportada, com destaque para a retração do Sudeste e Norte. Desde o ano 2000, o Índice de Preços (em dólar) de Exportação do Agronegócio Regional (IPE-Agro/CEPEA/Região) segue em alta em todas as regiões. As regiões Norte, Nordeste, Sul e Centro-Oeste tiveram aumentos de preços acima da média nacional (66,3%). Os produtos exportados por empresas do Norte tiveram aumento de 150% em dólar no período; o reajuste para os embarques do Centro-Oeste foi de 103%; para os do Nordeste, de 86% e para os do Sul, de 83%. Já a região Sudeste, que é uma grande região exportadora, teve aumentos de preços menores que a nacional, de 30,2% comparando-se 2008 (até setembro) a 2000. Quando se observa o Índice de Volume Exportado pelo Agronegócio, verifica-se que a região Centro-Oeste apresentou uma evolução bem acima da nacional, que é 119%. O volume embarcado por empresas do Centro-Oeste aumentou 350% de 2000 para 2008 (até setembro). A região Nordeste também teve um aumento acima do nacional, de 148%. Já as demais regiões tiveram crescimentos ligeiramente abaixo do nível nacional.
CONCLUSÕES
O agronegócio continua se destacando nas exportações brasileiras. O volume exportado cresceu de forma acelerada até 2005, com um salto em 2007. A conhecida compensação entre preços em dólares e câmbio vem se manifestando até aqui: até 2004 o câmbio manteve-se desvalorizado e o os preços deprimidos; a seguir essas posições se invertem. Esse efeito tende a estabilizar relativamente os preços de exportação internalizados. Considerando apenas o último ano, observou-se valorização cambial, aumento de preços internacionais e pequena queda do volume exportado. Soja e derivados e as carnes têm sido as commodities mais beneficiadas em termos de preços de exportação internalizados. Etanol, açúcar e suco de laranja estão na ponta perdedora. Esse resultado causa impacto enviesado regionalmente: as exportações têm sido bem menos favoráveis ao Sudeste do que às demais regiões. Não se pode alegar, portanto, que exportar não contribua para um crescimento nacional mais equilibrado. A crise financeira iniciada nos países desenvolvidos tende a espalhar-se para a maioria do países. No Brasil, a queda das cotações das commodities tem sido compensada, pelo menos até final e outubro/08, pelo aumento recente do dólar. A ação do Banco Central voltada para a recuperação da moeda nacional deve, pois, ter esse efeito compensação em conta: uma excessiva (e artificial) valorização do Real pode deprimir ainda em demasia os preços internos das commodities. Os produtores rurais brasileiros já se acham muito pressionados pela queda já havida nas cotações e pela escassez de crédito, outro efeito da crise.
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